quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

INCÊNDIO NA BANHEIRA DA MARINHA - O PORTA AVIÕES SÃO PAULO. - Um marinheiro morre e outros dois ficam feridos em incêndio no porta-aviões São Paulo

Incêndio em porta-aviões São Paulo deixa
um marinheiro morto e outro ferido.

Vítimas não conseguiram sair de alojamento; Marinha instaurou inquérito militar

Um incêndio em uma ante-sala de alojamento no porta-aviões São Paulo deixou um marinheiro morto e outro gravemente ferido na madrugada desta quarta-feira, no Rio de Janeiro. O marinheiro ferido foi transferido para Hospital Marcílio Dias, da Marinha, e está internado na UTI. O estado de saúde do militar, segundo a Marinha, é estável.


Quatro homens estavam no alojamento quando houve um incêndio, provocado possivelmente por uma pane elétrica. Apenas dois militares conseguiram sair do local e acionar o sistema de segurança.
O caso foi controlado e as avarias provocadas pelo fogo não prejudicam o funcionamento do porta-aviões. A Marinha já instaurou Inquérito Policial Militar para investigar o acidente e peritos foram para a Ilha das Cobras, onde está a embarcação.

Do R7, com Rede Record
 
VIDEO  AQUI


* * * 
Em maio do ano passado, uma enorme cortina de fumaça negra se ergueu próximo à Praza Quinze, no Centro do Rio de Janeiro, na área do I Distrito Naval, espraiando-se pela Baia de Guanabara e causando susto e apreensão em milhares de pessoas. A fumaça provinha de um “teste de máquina” do São Paulo, que passava por reparos. Na ocasião, em nota oficial, a Marinha informou que continuavam “as experiências de máquinas do navio-aeródromo São Paulo, iniciadas no ano passado [2010]. (coluna do Ricardo Setti)
Visto do mar, o fumacê no "São Paulo" ocorrido no ano passado (Foto: jb.com.br)
* * *
Em 2005, um acidente ocasionou a morte de três tripulantes.Como causas, foram verificadas diversas deficiências que demandariam um período de manutenção prolongado.
* * *

Poder nos mares - RETROSPECTIVA.

  N° Edição:  1638 |  21.Fev.01 - 10:00

Porta-aviões São Paulo anima a Marinha, que volta a sonhar com um submarino nuclear


Cercado de pompas, o porta-aviões São Paulo, vendido pela França à Marinha brasileira por US$ 12 milhões, chega ao Rio de Janeiro no sábado 17. Está feliz a Marinha e está feliz a diplomacia brasileira. 

A Marinha, por duas razões: o São Paulo representa um aumento da presença militar brasileira no Atlântico Sul e aponta para o final de uma limitação imposta por um ato arbitrário de 1965, quando o então presidente Castello Branco impediu a força naval de ter uma aviação embarcada própria. 

A diplomacia comemora porque a compra do porta-aviões é uma clara exibição do esforço brasileiro para se mostrar em condições de cumprir as funções exigidas pela ONU dos membros permanentes do Conselho de Segurança da entidade. 

O São Paulo, que tem um comprimento equivalente a dois gramados do Maracanã, vai contar com 23 caças A-4 Skyhawk – negociados com o Kuait por US$ 70 milhões —, armados com bombas e mísseis de defesa aérea e com um esquadrão de helicópteros que poderá ser armado com mísseis ar-superfície ou com torpedos anti-submarinos. Uma comissão da Marinha ainda vai definir o sistema de armas do porta-aviões. 

Ele certamente contará com radares de direção de tiro e de busca. Será bem mais equipado do que o velho Minas Gerais, hoje na fase final de sua vida útil. Sua guarnição poderá chegar a 1.900 homens e a velocidade máxima do porta-aviões é de 60 quilômetros por hora.

 Trata-se de um navio bastante ágil para o seu porte.
Batizado de Foch (de Ferdinand Foch, herói militar francês), na França, o navio de guerra iniciou suas atividades em 1963.

 Participou de várias operações bélicas internacionais, inclusive das ações da coalizão anti-Saddam Hussein contra o Iraque em 1991. O interesse da França e do Brasil em ampliar a cooperação militar influiu no preço do São Paulo. Um porta-aviões novo semelhante pode custar US$ 500 milhões. A indústria militar da França, que tem participação na Embraer, está interessada em manter boas relações com o Brasil.

 O jato de caça francês Mirage 2000-5 é um dos concorrentes para a substituição dos jatos F-5 da Força Aérea Brasileira.

Problema de regulagem – Na Marinha, ninguém duvida de que a recepção ao novo porta-aviões será festiva e colocará um fim à polêmica gerada em abril do ano passado, quando o navio, ainda com o nome francês, deixou o porto do Rio de Janeiro rumo a Dacar, na África. Na ocasião, o porta-aviões deixou a cidade emitindo uma enorme cortina de fumaça negra que cobriu o céu da região central do Rio. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente tomou conhecimento do fato e tentou emitir uma multa, mas o navio já havia deixado o porto e não pôde ser autuado. Houve um desconforto entre diplomatas franceses e brasileiros, mas logo os vendedores do porta-aviões esclareceram que a fumaça fora provocada por problemas de regulagem nas caldeiras.
Segundo o almirante Armando Vidigal, estrategista da Marinha, o São Paulo eleva a capacidade de o País exercer sua soberania no mar. Agora, a Marinha brasileira pode voltar a embalar um velho e adiado sonho: a construção de um submarino com propulsão nuclear.
 
* * * 
O complexo  e  vira-latas do  governo  brasileiro, levou  o "soxiólogo que  parla le  français, espanhol, ingreis e o  escambal " a  embarcar  nessa  barcaça furada e  sucateada. 
E por  pouco,  muito  pouco, (ainda  não  está  bem  explicada  a  negociata  do  "cara" que assumiu  em  público a  preferência pelos  Rafales), levamos  num pacote  só um "kit rojão  de vara" do Sarkozi, que  usou e abusou  do  charme  de sua  Carla Bruni  para  conquistar a  adesão do  babão, bebão,  mijão  que pelo  visto  morria de tesão  pelo  peixão francês.
 Se o presidente Lula procurava o "ponto G" na relação com George W. Bush, seu colega Nicolas Sarkozy usou a primeira-dama Carla Bruni para "promover os interesses nacionais franceses no Brasil" -um "festival do amor".(Da Folha de São Paulo, repercutindo as revelações do site WikiLeaks)

0 comentários: