Muitos ainda não acreditam.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
9.5 milhoes a população de judeus antes da guerra. 3.5 milhões após a guerra.
Muitos ainda não acreditam.
país.
Lula intrometido, Amorim infeliz, Garcia nefasto - Diplomacia da vergonha.
(PMB Comment, 18) SENADOR AMERICANO CHAMA BRASIL DE INTROMETIDO, AMORIM DE INFELIZ E GARCIA DE NEFASTO!
1. O Senador norte-americano Richard Lugar (Republicano-Indiana) terminou seu firme (e realista) pronunciamento com uma exortação para o Brasil ser menos intrometido do que vem sendo até este momento. É difícil entender sob que preceito do direito internacional o Brasil insiste em apoiar e hospedar um homem cuja irresponsabilidade pretendeu violar a Constituição de seu país e hoje espera que o mundo ignore o direito de os hondurenhos se dirigirem às urnas eleitorais para recuperar o destino de seu próprio país.
2. Onde estava o Brasil ou a OEA, quando o Sr. Zelaya estava procurando um referendo ilegal para conseguir sua reeleição? Ambos permaneceram silenciosos e ausentes na questão da Venezuela, precursora desta confusão. O desejo de o Brasil permanecer cego diante dos múltiplos excessos de Hugo Chávez foi maior do que seu papel de cão de guarda na região.
3. O Presidente Lula, seu infeliz Chanceler Amorim e o nefasto Marco Aurelio Garcia são claramente parte do problema e não parte de sua solução. Estes três brasileiros deveriam preocupar-se mais com o precedente que criam todos os dias, ao ignorarem as violações de Chávez a cada cláusula da Carta Democrática da OEA que permaneça no seu caminho – e contra o óbvio desejo – de milhões de hondurenhos.
Fonte Ex-blog do Cesar Maia
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
BANDEIRA DO BRASIL
http://www.youtube.com/watch?v=L5rldzUBnaI
Abra este video, coloque-o em tela cheia, não possui som, e contemple nossa bandeira. Lindo.
O que o Lula mais faz é acusar e culpar a todos que se opôe às suas sandices.
“Você pode falhar muitas vezes, mas só será realmente um fracasso quando começar a culpar os outros” – Knox Manning
"Resolução Sobre a Estratégia Petista na Confecom"
| Publicado em: 19/11/2009 08:54 |
| Em texto, PT defende controle público dos veículos de imprensa do Brasil Redação Portal IMPRENSA O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) formulou um documento, intitulado "Resolução Sobre a Estratégia Petista na Confecom", em que são reveladas as propostas do partido à Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). No texto, a legenda defende o controle público dos meios de comunicação, a criação de mecanismos de sanção à imprensa e pede reformulação no modelo de concessões do setor, considerado ultrapassado pelo partido. Segundo noticiou o jornal O Globo, o objetivo do PT é apresentar o documento aos representantes do partido que participarão da Confecom. O evento, previsto para acontecer entre os dias 14 e 17 de dezembro deste ano, servirá para discutir os avanços e problemas no setor, estimulando a elaboração de políticas públicas. O mecanismo público de concessões para empresas de comunicação deve entrar em pauta na Confecom. No documento, o PT avalia o atual marco regulatório como "anacrônico" e diz que as regras favorecem grupos comerciais, em detrimento ao interesse público "Esses modelos permitem a uns grupos empresariais - muitas vezes associados a fortes conglomerados estrangeiros - exercer o controle quase absoluto sobre a produção e veiculação de conteúdos informativos e culturais." Por meio da "Resolução", o PT propõe fortalecimento dos meios de produção público-estatais, regulação sobre conteúdo, mecanismos de controle público, proibição de monopólios, criação de sanções à imprensa, além do desenvolvimento de legislação para direito de resposta. O texto prevê ainda percentual mínimo para programas que abordem a história da África. "Essa proposta é para garantir a liberdade de imprensa e não a das empresas", disse o secretário nacional de comunicação do PT, Gleber Naime, ao ser questionado se o texto fere resoluções universais sobre os direitos e deveres do setor. Segundo ele, o texto foi criado durante um Seminário Nacional da legenda e não contou com a participação de representantes do partido no governo. Leia Mais -Governo formula propostas para criar marco regulatório no setor de comunicação -Inácio Arruda pede que veículos de comunicação do Senado divulguem Confecom |
As meninas do Jô. . . sumiram.
Uma das atrações “Meninas do Jô”exibido uma vez por semana no Programa do Jô sumiu do ar. Há algum tempo, Lillian Witte Fibe, Cristiana Lobo, Lucia Hippolito, Ana Maria Tahan e Flávia Oliveira não aparecem na roda de debates no “Programa do Jô”, exibido sempre às quartas-feiras, logo depois do “Jornal da Globo”.
Segundo soube-se, Central Globo de Comunicação informou que a “participação das meninas é eventual e não é um quadro fixo”. Ainda de acordo com a CGCom, a atração “procura evitar a rotina, mas, é claro, sempre acaba falando em política, seja nos textos ou nas entrevistas”.
Como a imprensa e alguns blogueiros só falam no patrulhamento e intervenção na imprensa da Venezuela, Equador, Argentina, Irã, Cuba , por que não falar o que anda acontecendo por aqui, bem embaixo do nosso nariz?
Bem..., pelo sim ou pelo não, coloco aqui um e-mail que recebi, não sei de quem a autoria, mas sei da idoneidade da pessoa que me enviou , que compartilho aqui com os amigos do blog.
"As Meninas do Jô"...?!?
O primeiro jornalista a sofrer cerceamento do direito de bem
informar, em consequência dos seus verdadeiros, contundentes e
procedentes comentários contra os desmandos do atual governo, foi o
Boris Casoy. De acordo com o noticiário da época, ele foi demitido a
pedido do próprio Lulla.
Entretanto aos olhos dos menos atentos, a coisa vem se agravando de
maneira avassaladora e perigosa, senão vejamos:
O Programa do Jô tirou do ar (sem dar qualquer satisfação ao público) o
quadro "As Meninas do Jô" que era apresentado às quartas feiras onde as
jornalistas Lilian Witifibe, Ana Maria Tahan, Cristiana Lobo, Lúcia
Hippólito e, por vezes, outras mais, traziam à público e debatiam todas
as falcatruas perpetradas por essa corja de corruptos que se apossou do
país. As entrevistas sobre temas políticos não têm sido mais levadas a
efeito atualmente. Virou um programa de amenidades e sem qualquer
brilhantismo.
O jornalista Arnaldo Jabor, considerado desafeto pelo governo atual, vem
sofrendo, de forma velada e sistemática, todo tipo retaliação. Já foi
processado, condenado, amordaçado e por aí vai. Sua participação diária,
às 07:10 na Rádio CBN tem se limitado a assuntos sem a relevância que
tinha, haja vista que está impedido de falar sobre assuntos que
envolvam a política nacional e o atual governo.
A jornalista Lúcia Hippólito, que tinha uma participação diária, às
07:55 hs na Rádio CBN, não está mais ocupando o microfone da
emissora como fazia e nenhum comunicado foi feito pelo âncora do
horário, o jornalista Heródoto Barbeiro.
Sorrateiramente, colocaram-na como âncora em outro horário, onde enfoca
matérias mais amenas e sem a habitual, verdadeira e procedente
contundência.
Diogo Mainard, da Revista Veja, além de processado, vem sofrendo várias
ameaças de morte por parte do jornal do MR-8 (que faz parte da base
aliada ao Lulla) e de integrantes dos chamados "Movimentos Sociais".
O jornal "Estadão" de São Paulo está sob forte censura governamental há
pelo menos 60 dias.
Pelo que se vê, Fidel Castro está fazendo escola na América do Sul.
O primeiro a colocar em prática estes ensinamentos, aniquilando o
direito de imprensa foi Hugo Chaves, e pelo andar da carruagem o nosso
PresiMENTE está trilhando pelo mesmo caminho.
Constitucionalmente:
Onde está o
ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO?
Onde está o
LIVRE DIREITO DE MANIFESTAÇÃO?
Onde está a
LIBERDADE DE EXPRESSÃO?
Onde está a
LIBERDADE DE UMA NAÇÃO?
ACORDA BRASIL, ENQUANTO É TEMPO, E REAJA.
BNDES empresta R$ 4,4 bilhões à Oi - (quanto aos aposentados depois a gente vê)
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou ontem um empréstimo de R$ 4,4 bilhões para o grupo Oi. O dinheiro será investido na expansão das redes de telefonia fixa e móvel entre este ano e 2011. É o maior valor já concedido pelo banco estatal a uma única empresa de telecomunicações.
No mercado, de início, acreditava-se que a empresa usaria o dinheiro para melhorar o perfil de sua dívida, de R$ 21,1 bilhões, além de uma série de compromissos de curto prazo por causa da compra da Brasil Telecom (BrT), que custou cerca de R$ 12 bilhões. Contudo, Alan Fischler, chefe do Departamento de Telecomunicações do BNDES, informou que o empréstimo só pode ser usado para o investimento apresentado.
O BNDES é o maior acionista individual da Telemar Participações, controladora da Oi. O crescimento do banco no capital da empresa ocorreu na época da reestruturação societária, quando a Oi comprou a BrT. A ideia, porém, é que o banco vá saindo à medida que os fundos de pensão Previ, Funcef e Petros elevem a sua participação na companhia, que é controlada pelos grupos La Fonte e Andrade Gutierrez.
O banco nega qualquer relação entre a sua participação no grupo e o financiamento. Fischler ressalta que todas as companhias de telefonia recebem empréstimos do BNDES. Desde 1998, foram R$ 29,4 bilhões para o setor.
Os recursos de fontes federais foram fundamentais para que a Oi conseguisse fechar a compra da BrT, no ano passado. O BNDES, por exemplo, concedeu um financiamento de R$ 2,5 bilhões para o enxugamento societário da Oi, operação que precedeu à compra. Esse enxugamento, no total, consumiu R$ 2,9 bilhões.
O Banco do Brasil também foi fundamental no negócio, ao efetuar um empréstimo de R$ 4,3 bilhões à Oi. O financiamento provocou polêmica, por fugir do padrão do banco, ao ultrapassar o limite normal de exposição do BB a um único grupo econômico. E também pelo fato de a Previ, fundo de pensão dos funcionários do banco, ser um dos maiores acionistas do grupo de telecomunicações. À época, o banco negou qualquer conflito de interesse na operação.
METAS
Segundo Fischler, a maior parte do financiamento anunciado ontem será usada no cumprimento de metas da Oi na telefonia fixa até 2011. "O financiamento, por enquanto, foi apenas aprovado, mas a liberação acontece aos poucos, conforme vai se confirmando que os investimentos estão sendo realizados conforme o previsto", disse.
Sem poder usar esses recursos para quitar dívidas, a Oi vem recorrendo ao mercado. No início do ano, fez emissão de R$ 3 bilhões em debêntures e está se preparando para fazer outra no mesmo valor. O financiamento do BNDES será reajustado pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 3,95%, para pagamento em 9 anos.
Com a compra da BrT, a Oi se tornou poderosa não só nacionalmente, mas também com capacidade de partir para compras no exterior, isto é, depois que conseguir arrumar a casa e voltar a se capitalizar. Fontes do mercado acreditam que a empresa tem boas oportunidades tanto em Portugal quanto na Argentina, onde, por restrições da Anatel local, a Telecom Itália terá de desfazer de seus negócios. Já no ano que vem, a Oi pode voltar às compras. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
O BNDES é o maior acionista individual da Telemar Participações, controladora da Oi. O crescimento do banco no capital da empresa ocorreu na época da reestruturação societária, quando a Oi comprou a BrT. A ideia, porém, é que o banco vá saindo à medida que os fundos de pensão Previ, Funcef e Petros elevem a sua participação na companhia, que é controlada pelos grupos La Fonte e Andrade Gutierrez.
O banco nega qualquer relação entre a sua participação no grupo e o financiamento. Fischler ressalta que todas as companhias de telefonia recebem empréstimos do BNDES. Desde 1998, foram R$ 29,4 bilhões para o setor.
Os recursos de fontes federais foram fundamentais para que a Oi conseguisse fechar a compra da BrT, no ano passado. O BNDES, por exemplo, concedeu um financiamento de R$ 2,5 bilhões para o enxugamento societário da Oi, operação que precedeu à compra. Esse enxugamento, no total, consumiu R$ 2,9 bilhões.
O Banco do Brasil também foi fundamental no negócio, ao efetuar um empréstimo de R$ 4,3 bilhões à Oi. O financiamento provocou polêmica, por fugir do padrão do banco, ao ultrapassar o limite normal de exposição do BB a um único grupo econômico. E também pelo fato de a Previ, fundo de pensão dos funcionários do banco, ser um dos maiores acionistas do grupo de telecomunicações. À época, o banco negou qualquer conflito de interesse na operação.
METAS
Segundo Fischler, a maior parte do financiamento anunciado ontem será usada no cumprimento de metas da Oi na telefonia fixa até 2011. "O financiamento, por enquanto, foi apenas aprovado, mas a liberação acontece aos poucos, conforme vai se confirmando que os investimentos estão sendo realizados conforme o previsto", disse.
Sem poder usar esses recursos para quitar dívidas, a Oi vem recorrendo ao mercado. No início do ano, fez emissão de R$ 3 bilhões em debêntures e está se preparando para fazer outra no mesmo valor. O financiamento do BNDES será reajustado pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 3,95%, para pagamento em 9 anos.
Com a compra da BrT, a Oi se tornou poderosa não só nacionalmente, mas também com capacidade de partir para compras no exterior, isto é, depois que conseguir arrumar a casa e voltar a se capitalizar. Fontes do mercado acreditam que a empresa tem boas oportunidades tanto em Portugal quanto na Argentina, onde, por restrições da Anatel local, a Telecom Itália terá de desfazer de seus negócios. Já no ano que vem, a Oi pode voltar às compras. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Assinar:
Postagens (Atom)



A Constituição de 1988, reza, que a manifestação do pensamento, informação, criação e expressão não sofreriam qualquer restrição. 
